"Era o profundo cansaço da luta. E percebi que estava sedenta. Uma sede de liberdade me acordaria. Então a sede estranha e profunda me apareceu. Eu precisava - precisava com urgência - de um ato de liberdade: do ato que é por si só. Um ato que manifestasse fora de mim o que eu secretamente era." (CL)
Mas a grande questão é: qual é este ato? do que ele é feito e onde posso encontrá-lo? Quando percebo que estas são as questões q venho me fazendo todos estes anos. E se em algum momento obtive respostas - e claro que já houve - às vezes me esqueço: pq td é tão cinza e tão duro q faço muitos esforços para me manter bem. Esforços q seriam para me manter bem mas me cansam muito. Suspiros. Eu quero ser nobre e fazer oq eu gosto, definitivamente. E me livrar de tantos egos medíocres, ridículos - nunca vou parar de achar td isso raso, mas busco uma sabedoria q me ilumine, q me faça conseguir abstrair. Por isso estou aqui. Preciso de minha liberdade para me manter íntegra no que e como sou, mesmo quando td ao meu redor me anula - ou pelos menos tenta. Não quero isso para mim: é oq grito a plenos pulmões - grito grito grito.
A minha salvação: vc, meu amor. Precioso e belo.
LUCIDEZ PERIGOSA
"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus." Linda Clarice!!
Mas, pensando bem, eu vivo em eterna mutação sim: é que há tanto na vida que gostaria de experimentar que não me controlo em ser - eu quero é ser tudo, não ao mesmo tempo, mas com freqüência suficiente para que sempre seja intenso. Não consigo me contentar com pouco, eu quero viver e ser sempre um pouco mais viva - afinal, isto é sempre possível. E aproveito minha fase de calma, não sei até quando isso vai durar: eu só espero que continue assim, porque assim eu consigo sorrir e me sentir leve. Até estranho: porque comigo nada é tão fácil, nada é tão suave. Nada é sempre igual, e isso é bom.
Mas a grande questão é: qual é este ato? do que ele é feito e onde posso encontrá-lo? Quando percebo que estas são as questões q venho me fazendo todos estes anos. E se em algum momento obtive respostas - e claro que já houve - às vezes me esqueço: pq td é tão cinza e tão duro q faço muitos esforços para me manter bem. Esforços q seriam para me manter bem mas me cansam muito. Suspiros. Eu quero ser nobre e fazer oq eu gosto, definitivamente. E me livrar de tantos egos medíocres, ridículos - nunca vou parar de achar td isso raso, mas busco uma sabedoria q me ilumine, q me faça conseguir abstrair. Por isso estou aqui. Preciso de minha liberdade para me manter íntegra no que e como sou, mesmo quando td ao meu redor me anula - ou pelos menos tenta. Não quero isso para mim: é oq grito a plenos pulmões - grito grito grito.
A minha salvação: vc, meu amor. Precioso e belo.
LUCIDEZ PERIGOSA
"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus." Linda Clarice!!
Mas, pensando bem, eu vivo em eterna mutação sim: é que há tanto na vida que gostaria de experimentar que não me controlo em ser - eu quero é ser tudo, não ao mesmo tempo, mas com freqüência suficiente para que sempre seja intenso. Não consigo me contentar com pouco, eu quero viver e ser sempre um pouco mais viva - afinal, isto é sempre possível. E aproveito minha fase de calma, não sei até quando isso vai durar: eu só espero que continue assim, porque assim eu consigo sorrir e me sentir leve. Até estranho: porque comigo nada é tão fácil, nada é tão suave. Nada é sempre igual, e isso é bom.
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