Eu escolho: não fazer parte dos lugares-comuns e dos clichês.
Eu escolho: não participar de conversas rasas do dia-a-dia.
Eu escolho: não conviver com quem colabora com a mesquinheza de um cotidiano superficial.
Eu escolho: viver cada segundo com a intensidade de quem vai morrer - e quem não vai?
Eu escolho: manter minha essência intacta a despeito da mediocridade do mundo.
Eu escolho: minha liberdade como o que há de mais importante - e mais difícil.
Eu escolho: ser eu mesma, apesar de mal-compreendida, estranha e diferente.
Eu escolho: ser o que me é alegre, ser o o que me convém, ser tudo e nada ao mesmo tempo.
Eu escolho: a solidão à companhia de quem não me absorve.
Eu escolho: o lema "decifra-me ou te devoro".
"Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family.
Choose a fucking big television.
Choose washing machines, cars, compact disk players, and electrical tin openers.
Choose good health, low cholesterol, and dental insurance.
Choose fixed interest mortgage repayments.
Choose a starter home. Choose your friends.
Choose leisure wear and matching luggage.
Choose a three-piece suit on higher purchase in a range of fucking fabrics.
Choose DIY and wonder who the fuck you are on a Sunday morning.
Choose sittin' on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game-shows, stuffing fucking junk food into your mouth.
Choose rottin' away at the end of it all, pissin' your last in a miserable home nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked-up brats that you've spawned to replace yourselves.
Choose your future. Choose life.
But why would I want to do a thing like that? I chose not to choose life. I chose somethin' else. And the reasons? There are no reasons." (Trainspotting)
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