Eu entendo bem porque as crianças se utilizam do pensamento mágico para lidar com a realidade. Já faz algum tempo que eu bem que gostaria de ser uma criança bem pequena, naquela época que podemos fingir que estamos doentes só para poder ficar em casa.
Eu tento sempre ser a pessoa mais otimista possível. Se eu vejo alguém triste ao meu lado, corro para resolver isso – claro que estou falando das pessoas importantes da minha vida, para algumas pessoas eu simplesmente finjo que não percebo. Mas hoje, estou cansada. Fui o mais longe que eu podia, pelo menos por enquanto.
Quero que logo chegue o momento de comemorar minhas conquistas, de respirar aliviada, de poder sorrir sem aflição ou sem precisar disfarçar uma angústia. E quem dirá, então, sobre poder dormir em paz.
E tudo seria mais fácil se, ao meu redor, diariamente, houvesse pessoas melhores. Esses assuntos interminavelmente repetidos, interminavelmente tolos, e incansavelmente rasos. Não há como me refugiar em nada além de mim mesma.
Ando tão cansada que nem consigo mais produzir: faz tempo que não retomo meus livros, e meus posts tem sido mais “normais” do que eu estou acostumada. Mas, acho que não me importo. Não preciso ser artista, existencialista, super-mulher o tempo todo. Não preciso cair neste mundo de sustentar uma personagem, mundo que a maioria das pessoas que eu conheço não vive sem.
Já faz algum tempo que eu decidi viver sob a minha maneira de ver a vida e o mundo. Essa resolução de ser feliz, independente do que acontece ao meu redor, porque eu sempre me lembro de que as coisas são mais passageiras e vulneráveis do que eu posso acreditar. Mas não me faria mal nenhum se eu pudesse somente descansar.
Só por hoje. Só mais uns 5 minutinhos, e eu juro que já saio daqui.
“Que ninguém se engane. Só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.” (Clarice)
Eu tento sempre ser a pessoa mais otimista possível. Se eu vejo alguém triste ao meu lado, corro para resolver isso – claro que estou falando das pessoas importantes da minha vida, para algumas pessoas eu simplesmente finjo que não percebo. Mas hoje, estou cansada. Fui o mais longe que eu podia, pelo menos por enquanto.
Quero que logo chegue o momento de comemorar minhas conquistas, de respirar aliviada, de poder sorrir sem aflição ou sem precisar disfarçar uma angústia. E quem dirá, então, sobre poder dormir em paz.
E tudo seria mais fácil se, ao meu redor, diariamente, houvesse pessoas melhores. Esses assuntos interminavelmente repetidos, interminavelmente tolos, e incansavelmente rasos. Não há como me refugiar em nada além de mim mesma.
Ando tão cansada que nem consigo mais produzir: faz tempo que não retomo meus livros, e meus posts tem sido mais “normais” do que eu estou acostumada. Mas, acho que não me importo. Não preciso ser artista, existencialista, super-mulher o tempo todo. Não preciso cair neste mundo de sustentar uma personagem, mundo que a maioria das pessoas que eu conheço não vive sem.
Já faz algum tempo que eu decidi viver sob a minha maneira de ver a vida e o mundo. Essa resolução de ser feliz, independente do que acontece ao meu redor, porque eu sempre me lembro de que as coisas são mais passageiras e vulneráveis do que eu posso acreditar. Mas não me faria mal nenhum se eu pudesse somente descansar.
Só por hoje. Só mais uns 5 minutinhos, e eu juro que já saio daqui.
“Que ninguém se engane. Só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.” (Clarice)
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